sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Fujisawa: A Cidade Sustentável



A arquitetura Japonesa é uma das mais utilizadas hoje em todo o mundo. São vários tipos de construções que contam com um valor cultural e visual muito alto. No Japão, grandes empresas procuram construir edifícios voltados para dois aspectos: a construção voltada para a prevenção a terremotos e a construção sustentável.
Na questão de prevenção a terremotos, uma tecnologia que somente os japoneses utilizam, são molas embutidas sob as barras de sustentação do edifício e as paredes com amortecedores, e em cada divisão do andar há um tipo de mola que quando o prédio balança cada mola entra em acordo uma com a outra, não deixando que paredes entre em contato com si mesma.

Arquitetura Japonesa

A arquitetura tradicional japonesa é fortemente influenciada pela cultura chinesa, que utiliza basicamente em toda sua estrutura a “madeira”.
Com a grande preocupação para se evitar o impacto ambiental, as construtoras procuram substituir materiais, e a tradicional “madeira” começa a ser deixada de lado nas construções, pois muitas delas entram no país procedente das florestas do sudeste asiático, sem o selo verde, onde não há um controle sobre reflorestamento.


Segundo os arquitetos japoneses, quando falamos em sustentabilidade, devemos considerar os aspectos econômico, social e ambiental, buscando soluções que englobem esses fatores, fazendo um melhor gerenciamento de recursos, da eficiência energética, uso racional de materiais, resistência e vida útil de matérias primas, avaliação e redução de impacto ambiental nas obras, inovações tecnológicas e utilização de recursos naturais na iluminação, aquecimento e ventilação de ambientes.
O preço elevado de alguns materiais ecologicamente corretos ainda é um problema na hora de construir.Para as construtoras, é importante saber que vale a pena investir 5% ou 6% a mais nos projetos para reduzir os futuros gastos com condomínio nas contas no final do mês e saber que está fazendo a sua parte na preservação do planeta.

Construindo Fugisawa: a cidade sustentável


Um bom exemplo é a empresa Panasonic, que aqui no Brasil só é conhecida pelos seus produtos eletrônicos, mas no Japão suas atividades são bem diversas, uma delas é a “Panahome”, que produz casas pré-fabricadas. A empresa está trabalhando em conjunto com mais oito companhias para construir uma cidade “inteligente e sustentável” no Japão chamada Fujisawa Sustainable Smart Town (Fujisawa SST). O plano é que utilizem antigos complexos de fabricas da própria empresa. A cidade que poderá abrigar mil casas, espalhadas por 200 mil metros quadrados, ficará pronta até 2014.
A construção da cidade, na Província de Kanagawa, situada cerca de 50 km a oeste de Tokyo, faz parte de um projeto de recuperação de áreas devastadas pelo terremoto e tsunami realizado pela empresa Panasonic com mais oito empresas parceiras. A prioridade na “Cidade Inteligente e Sustentável de Fujisawa” será a consciência energética e ecológica.

A iniciativa pretende demonstrar que saber articular tecnologias diversas ajuda na construção de uma cidade verde. Isso contribui para que estas construções sejam mais valorizadas. Nos telhados das casas será embutida uma tecnologia de painéis solares, que fornecem energia para a casa e ainda armazenam a energia não utilizada em uma bateria, própria para este fim, na própria casa.
Já os transportes serão compostos de veículos elétricos. Toda a cidade terá sensores em rede que controlarão a iluminação pública e irão garantir que a energia não seja desperdiçada através de uma “smart grid” (rede elétrica inteligente) local.
Outra idéia é criar um “eixo verde”, com parques e plantio de vegetação ao longo das estradas principais. São várias soluções para alcançar um novo estilo de vida e um novo modelo de desenvolvimento econômico.
O projeto busca criar uma cidade inteligente, que está ligada às redes de energia e de dados desde o inicio. Através destas iniciativas, a cidade como um todo visa reduzir as emissões de CO2 em 70%, em comparação aos níveis de 1990.
A cidade sustentável foi inteiramente planejada a partir de tecnologias verdes modernas. Pretende-se com ela criar outras comunidades tanto no Japão como em outros países, com base neste modelo. O objetivo da Panasonic é receber os primeiros moradores em março de 2014

terça-feira, 8 de novembro de 2011

NOCAUTE GAFISA 2011



Acabei de participar da Convenção de vendas de unidades remanescentes da construtora Gafisa. A construtora colocou a disposição dos corretores da BrasilBrokers todas as unidades dos seus empreendimentos que já foram entregues com preços bem menores que muitos lançamentos que ainda irão ficar prontos! Os imóveis em "promoção" estão distribuidos em vários pontos da cidade, tais como Zona Sul, Leste, Oeste, Norte, Centro Toda Grande Sao Paulo E ABC!!!
Entre as principais unidades disponibilizadas podemos citar o "Espaco Ceramica"! Tem o "Mansão Imperial"!Tem também as coberturas do "MontBlanc"! E tem muito mais empreendimentos da construtora Gafisa nesta promoção denominada "NOCAUTE GAFISA", estes valores só terão validade até o mês de Dezembro deste ano!!!!

Para maiores detalhes dos Empreendimentos, procurar por:
Garcia
(11)6182-5654
@imoveisbg
imoveisbg@uol.com.br

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Negociação sem corretor: isso pode sair caro


Você já refletiu a respeito da importância do corretor de imóveis e dos riscos de negociar sem ele? Nas últimas semanas, este tem sido um debate polêmico no meu blog e no meu Twitter. Nestes dois espaços, tenho comentado sobre reportagens que saíram na mídia e iniciativas que incentivam a negociação de imóveis sem corretor. Inclusive um leitor do blog deixou um comentário questionando o percentual pago aos corretores, já que “eles cobram 6% de comissão sobre bens que demoramos uma vida inteira pra conseguir”, dizia ele.
Eu respondi. Expliquei que, ao contrário do que ele acredita, substituir o corretor por advogados e despachantes não significa economia – já que eles não vão prestar seus serviços de graça! E que os anúncios que ele vai pagar e os gastos com as visitas que vai fazer no imóvel para mostrar para possíveis compradores certamente vão ultrapassar os 6% que ele considerou tão justo economizar. “Você deverá estar preparado pra interromper seu próprio horário de trabalho ou utilizar seu horário de almoço ou de lazer do sábado e domingo para acompanhar as visitas ao imóvel” – alertei.
É natural e compreensível esse tipo de manifestação. O que não é aceitável é essa avalanche de movimentos contra o corretor de imóveis.
Vejo que estamos vivenciando um processo em que há um sério interesse em desacreditar o corretor e baní-lo do negócio imobiliário. No Portal Exame, uma matéria diz: “Táticas de vendas e marketing podem ajudar o vendedor a encontrar o melhor comprador…” E completa: “…com ou sem ajuda de um corretor”. Que tal?

*Virgínia Duailibe é advogada, empresária do setor imobiliário – no qual atua há mais de 15 anos – e presidente da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário (ABMI)
Que campanha mais sórdida, essa! Se há distorções e falta de informação na prestação de serviços dos corretores, que se indique soluções. Não precisamos chegar ao extremo de, simplesmente, alijar todos corretores de imóveis dos negócios imobiliários! Que absurdo!!!
Acho que é o momento de sairmos da esfera das redes sociais e blogs e agirmos de forma menos contemplativa… Instituições representativas da classe dos corretores de imóveis precisam estar mais atentas e se posicionar para dar um freio nessa situação. O presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI), João Teodoro da Silva, já se manifestou no blog a favor da reação contra as reportagens publicadas. E afirmou que, contratar um corretor, chega a ser uma questão de segurança até para a família de quem vende o imóvel. “O proprietário poderá estar colocando, inadvertidamente, dentro de sua própria casa, marginais como assaltantes, estupradores, etc.”, alertou muito bem João Teodoro da Silva.
Não vamos cruzar os braços e nem deixar prevalecer essa ideia passada por parte da mídia e alguns sites de que o corretor é “dispensável”.