domingo, 30 de outubro de 2011

Por que investir em imóveis em 2011


Depois que todas as expectativas do mercado imobiliário no curso de 2010 foram superadas, os especialistas acreditam que em 2011 o período continuará sendo propício para compra de imóveis.
Os fatores que facilitaram a compra:
- estabilidade econômica do País
- aumento da renda da população
- incentivos do Governo na área de habitação
- crédito com juros menores
- parcelamento facilitado
- agilidade nos processos de financiamento
Para quem busca comprar imóvel neste ano – seja para morar ou para investir –, órgãos como o Sinduscon-RS (Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul) dizem que as vantagens continuarão sendo oferecidas aos interessados.
Com os fatores listados acima somado o aquecimento da indústria da construção civil, aumentam também as ofertas de empreendimentos com as mais diversas características, localizações e preços. Neste percurso do mercado é muito mais fácil encontrar o imóvel ideal para morar e ainda é uma ótimo oportunidade para comprar como investimento.
Na Revista ImóvelClass número 67, que saiu novinha na semana passada, há uma matéria especial sobre o mercado imobiliário e abordagem sobre os tipos de imóveis para os diversos perfis de compradores.

sábado, 29 de outubro de 2011

VARANDAS SANTA PAULA. SÃO CAETANO DO SUL 2dorms


Breve Lançamento
VARANDAS
SANTA PAULA




2 Dormitórios (1 suíte), sala para 2 ambientes, cozinha, banheiro,
área de serviço e terraço gourmet com churrasqueira integrado a área de serviço.
1 ou 2 vagas.
Área privativa: 68 ou 71m²

Ficha Técnica:
Área do terreno: 1.437,38m²
Quantidade de andares: 14 andares
Quantidade de torres: 1 torre
Quantidade de elevadores: 2 elevadores


Faça sua pré-reserva e garanta as melhores condições no dia do lançamento.



Como garantir uma negociação de venda ou locação de imóvel segura


O primeiro passo para quem está em uma situação de venda/compra ou locação de imóvel é confirmar se o corretor realmente está credenciado no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci). Os consumidores podem ligar para o conselho mais próximo ou ir à delegacia regional do Creci mais próxima e verificar a identificação do corretor(a) que está prestando serviço à você.
Registro
Outra maneira, ainda mais fácil, de ter certeza que está negociando com alguém idôneo é conferir a carteira de identidade profissional. Conhecido como Carp (Cartão Anual de Regularidade Profissional), o documento identifica que o corretor de imóveis está sem pendência e devidamente inscrito no conselho. Quem teve problema de má-conduta, por exemplo, não tem seu Carp renovado. Então, também é bom ficar de olho na data do documento apresentado.
Inscrição
Observe sempre se, no anúncio do corretor, consta seu número de inscrição no Creci.
Fique de olho
Se o corretor insistir em negociar um imóvel irregular, negar a prestação de contas, não repassar quantias ou documentos que lhe tenham sido entregues e não fornecer recibos desconfie de sua idoneidade.
Obrigação
De acordo com a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, o bom corretor imobiliário tem a obrigação de informar claramente sobre condições, preços, características e situação legal do imóvel. Além, é claro, de comunicar imediatamente às partes sobre qualquer alteração que interfira na realização do negócio.
Existem profissionais e profissionais. Zelamos pelo sucesso dos corretores e das boas negociações!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Você no Controle


Sonhos estão se tornando realidade. Hoje é possível chegar em casa e encontrar a banheira prontinha, na temperatura desejada. Tudo ajustado via celular. Esse é apenas um dos  muitos exemplos que fazem parte de arrojados projetos de  automação residencial. “Trata-se de um mercado que está crescendo e tem grande potencial, inclusive entre as construtoras, que já estão
colocando equipamentos de automação em seus empreendimentos como forma de se diferenciar”, destaca o empresário Leonardo Senna, dono da empresa iHouse.
O engenheiro eletricista, Tiago Costa Andrade, que atua na empresa Home Invent, acredita que a automação está deixando de ser um item de luxo. “As pessoas estão buscando conforto, segurança e comodidade. A automação possibilita tudo isso, além de estar ligada ao consumo sustentável. Fatores decisivos para quem adquire essas tecnologias”, explica ele.
Empreendimentos como o Greenville (PDG) e o Orizon Views Houses (Queiroz Galvão) são exemplos do mercado baiano que
buscaram se diferenciar ao oferecer aos clientes itens de automação.

CONHEÇA ALGUNS PRODUTOS DESTAQUES EM AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL:

Smartshower: é um misturador inteligente para chuveiro, que prepara o banho de modo automático.Três memórias podem ser guardadas de acordo com a preferência dos usuários.

Smarthydro: basta apenas um toque no painel para que o banho seja preparado automati camente, na temperatura e no nível de água escolhidos. Tudo isso pode ser ativado via celular.
Snapgrid: monitora e transmite dados sobre consumo de energia epromove o uso consciente. É possível saber qualproduto está consumindo mais, ao mesmo tempo em que se obtém o gasto em kilowatts ou em reais.


Wallpad: reúne todos os dispositivos de automação em um único módulo, que funcionawireless. É possível programar que o ar condicionado tenha temperatura regulada automaticamente, ou que o nível de  iluminação de um cômodo aumente ou diminua conforme a iluminação natural externa.


Smartdoor: permite que as portas sejam abertas pela identificação digital ou por senhas numéricas programadas.


Home Controller: substitui diversos controles remotos da sala de TV por tablets e smartphones Liga em um único toque os equipamentos de áudio e vídeo, com alta qualidade de tela e formato slim.


Smartgate: Consiste em um sistema que reconhece o usuário através das placas dos veículos

Aquecimento para a casa: sustentável e econômico


Em épocas de frio intenso aqui no Sul, falamos aqui no Beabá da Casa Nova falamos de uma tecnologia diferente para manter a casa quentinha! É um produto diferente que chega ao Brasil com a proposta de aquecimento sustentável e econômico.
Um produto com baixo consumo de energia elétrica, que alia segurança e eficiência, sendo concebido com a idéia de preocupação com o meio ambiente é a proposta do Econo-Heat, que chega ao mercado brasileiro, especial para o sul do País.
O painel ecológico aquecedor de ambientes é composto por uma placa de fibra de cimento com polpa de madeira (com medidas 60 x 60 x 0,9 com). Cada placa aquece uma área entre 10m2 e 12m2, mantendo a temperatura de conforto do ambiente entre 19o e 21 o, independentemente da temperatura externa. O equipamento consome 400w (R$ 0,12) por hora, sem impostas, o mesmo que quatro lâmpadas incandescentes.
A engenhoca foi criada na África do Sul e teve grande aceitação nos mercados norte-americano e europeu, o produto é hoje comercializado em mais de 45 países e promete fazer sucesso por aqui.
A parte elétrica do Econo-Heat é certificada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial (Inmetro) e atende as normas de qualidade dos EUA, Canadá e Comunidade Europeia.

Modo de instalação do Econo-Heat
Vamos aos diferenciais:
- Alta eficiência: todo calor gerado é utilizado no ambiente, evitando-se perdas.- Não utiliza hidrocarburos nem fluidos contaminantes
- Não emite gases
- Não contém óleo em seu interior
- Não produz odores, fumaças ou ruídos
- Possui alto rendimento energético, consumindo menos energia que outros sistemas de aquecimento
- Não possui custo de manutenção
- Garantia de dois anos em troca (por problemas de fabricação)
- Mantém o ar circulante com boa qualidade, não permitindo acúmulo de ácaros, fungos ou bactécias
E vocês, como estão mantendo a casa quentinha nesse inverno?

Imóveis comerciais: prós e contras


O investimento em imóveis não é apenas a garantia de um patrimônio, mas também uma possibilidade de obter um ganho mensal através da locação. Mas atualmente, o que é vantajoso arriscar? Imóveis comerciais ou residenciais?
Segundo levantamento da Lello, empresa líder em administração imobiliária no Estado de São Paulo, dados do segundo trimestre deste ano apontam que salas e conjuntos comerciais representaram 41% do total de novas locações do setor, seguidas pelas casas comerciais, com 26%, e pelos salões, com 15%. As lojas representaram 10% do total de novos contratos, galpões, 6% e terrenos, 2%.
Segundo o corretor de imóveis, Rodrigo Barreto, se o investidor aplicar recursos em imóveis como salas e lojas, a renda é superior comparado com o rendimento vindo de imóveis residenciais
“O ganho é proporcional ao risco. Só que, no caso dos imóveis comerciais existe um risco maior, já que são destinados, normalmente, às empresas que estão iniciando uma atividade comercial. Quanto tempo durará esta atividade comercial?”, questiona Barreto.
Portanto, para aqueles que querem investir em imóveis comerciais a localização tem um peso maior que o tamanho do imóvel. “Em Brasília, nas áreas comerciais das Asas Sul e Norte, por exemplo, não há facilidade de encontrar lojas disponíveis, principalmente as de frente para a pista principal, que são as mais procuradas. Assim, aos que pretendem arriscar nesta área, devem ter experiência. A localização comercial pode sofrer alterações com o tempo.

Prepare sua casa para a venda


Chegou então o momento de mudar de endereço. Um novo emprego, uma nova vida ou uma família maior fazem com que você tenha que deixar  o local que muito tempo você chamou de lar. Nessa hora é preciso não só cuidar da nova casa, mas especialmente do seu imóvel atual, para poder vendê-lo por um bom preço.
A primeira medida a tomar é olhar para o apartamento ou casa pensando como alguém que vai comprá-lo. Para a coordenadora pedagógica do Conselho  Regional dos Corretores de Imóveis (Creci-RS) e profissional do mercado há mais de 30 anos, Maria de Lourdes de Moura, deve-se preparar o imóvel para estar em perfeitas condições, sabendo que a primeira imagem é a que fica.
“O que o comprador não visualizar na hora da visita vai decidir não só a venda, mas também o valor final do negócio. Pode ter certeza de que ele vai pedir um grande desconto se encontrar qualquer problema, por menor que seja”, explica a especialista.
Segundo ela, é importante contar com o apoio de um corretor qualificado e experiente para ajudá-lo a valorizar o imóvel visualmente e funcionalmente, a verificar a documentação e a definir o preço correto de mercado.
Algumas dicas que o ajudarão a vender bem seu imóvel:
- Concentre-se nos pequenos reparos
- Refaça a pintura
- Limpeza e organização são fundamentais
- Prepare o imóvel para produzir boas fotos – evitando que fiquem poluídas -, a fim de colocá-las no anúncio
Já visitou imóvel e ficou com péssima impressão pela desorganização? Conseguiu um bom desconto na compra de casa/apartamento por detalhes como os que citamos acima? Conte sua experiência pra gente!

Dicas para quem compra imóvel para investimento


Comprar o imóvel ainda na planta é uma das maneiras de se garantir maior rentabilidade, apontam os especialistas. Uma das modalidades de investimento financeiro mais antigas ainda atrai muitas pessoas. Segundo especialistas, a compra de imóveis para aluguel ou venda posterior, após a valorização, ainda é segura e rentável.
Dicas:
- O investidor só deve comprar imóvel para investimento se tiver um horizonte de ganhos de longo prazo
- De preferência, não use dinheiro que é reserva para emergência. Quem precisa vender imóvel às pressas acaba tendo de baixar muito o preço
- Não esqueça de incluir gastos com documentação nos custos do investimento
- Considere também o Imposto de Renda sobre os ganhos de aluguel e valorização do imóvel em caso de venda
- Faça minuciosa avaliação antes de comprar imóvel financiado para investimento. Os altos juros do financiamento podem prejudicar a rentabilidade do investimento
- Procure orientação jurídica para alugar o imóvel. Se não quiser contratar os serviços de uma imobiliária, procure a assistência de um advogado, para lhe dar esclarecimentos sobre contrato de locação
- Para obter melhor rentabilidade, o ideal é comprar imóveis ainda na planta. Após a conclusão da obra, os imóveis chegam a ser valorizados em até 20%
- Verifique com imobiliárias e empresas do setor a taxa de ocupação de imóveis similares na região que você está analisando para investir
- Faça a troca de imóvel a cada dez anos, em média. Isso evitará a desvalorização de seu patrimônio e lembre-se que essa troca também exige um custo
- A manutenção do imóvel fica por conta do proprietário
- Evite comprar residências sofisticadas com o objetivo de alugar
- Como investimento, é preferível ter três pequenos imóveis do que um grande

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Condomínios convivem com leis dos anos 60




Parece incrível, mas toda vez que precisamos recorrer à legislação para dirimir uma situação ou uma dúvida sobre a vida comunitária em condomínios, nos deparamos com uma legislação antiga, vaga e obsoleta.
De todas as situações novas que a modernidade  nos impôs nada está contemplado na legislação condominial. Condomínios-clube, síndicos profissionais, flats, loteamentos e muitas outras questões sequer encontram menção nos artigos do Novo Código Civil, de 2002, que se referem a condomínios.
Falamos em Novo Código Civil. Entretanto, as semelhanças com os artigos da legislação anterior, de 1964, são tamanhas que muitos ainda se confundem. E , muitos artigos da referida lei de 1964 ainda vigoram no que se refere a incorporações.
É verdade que houve algumas alterações, como a multa por atraso no pagamento de condomínio, que foi reduzida de 20% para 2%; a nomenclatura de Edifício para Edilício, a proibição do voto do inadimplente em reuniões e a possibilidade de representação, se aprovada em assembleia. Porém, nenhuma dessas modificações alterou significativamente a legislação anterior.
Para piorar o cenário, a atual legislação ainda cria determinados obstáculos para o melhor desenvolvimento dos grandes condomínios. Exemplo disso é que, para aprovar despesas com obras úteis (o que também não é claramente definido), a lei exige um quórum de metade mais um de toda massa condominial. Vale ressaltar que essa é uma operação difícil, já que muitos condomínios de maior porte sequer têm um local adequado para abrigar esse contingente, caso a maioria dos condôminos comparecesse. Embora saibamos que isso é raríssimo.
Métodos arcaicos de contabilização são aceitos nas apresentações anuais de aprovação de contas, pois os condomínios não são formalmente pessoas jurídicas e não precisam formalizar balanços. Mas, em contrapartida, eles têm de seguir algumas exigências, como reter encargos e alguns impostos em suas despesas usuais, como se fossem empresas. Esse fato, aliás, até hoje não foi explicado e não tem precedentes em outras partes do mundo.
Todos desejam uma gestão profissional e empresarial para a vida comunitária em condomínios. Mas como compará-los às empresas se suas decisões e regimentos são subordinados a uma legislação única e central?
Que autonomia tem o corpo diretivo de um condomínio?
A legislação não prevê qualquer autonomia de decisão que interfira no direito de propriedade. Dessa forma, a disciplina deve ser mantida por meio de recursos paliativos, como advertências e multas de eficácia discutível. Enquanto a legislação não se atualiza e se flexibiliza com a dimensão que este século exige, resta, então, mudar o perfil dos síndicos, que além de mediadores, tornaram-se verdadeiros árbitros na solução de conflitos

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O peso da valorização do bairro na compra do imóvel


Quando se trata da compra do primeiro imóvel para morar – um bem que permanecerá com o dono por longo tempo, qual a importância do apelo imediato da valorização imobiliária em determinados bairros? Na fria análise matemática, a resposta é: para o comprador do primeiro imóvel, não existe importância imediata neste apelo, porque o imóvel do caso não é um negócio de mercado, e sim um bem de família, que não será negociado no curto prazo.
Para um imóvel cuja renegociação, se houver, ocorrerá no longo prazo, o peso da valorização do bairro é subjetivo. Trata-se de um apelo adequado para quem vende, e nem tanto para quem compra imóvel para morar. Diferente é para quem compra imóvel para alugar – este sim, um negócio de curto prazo, que se beneficia da repercussão do bairro.
A compra do imóvel para morar – que representa, medianamente, 75% do movimento do mercado, na Região Metropolitana de São Paulo – é melhor resolvida quando a escolha do bairro prioriza o conforto da localização em relação ao lugar de trabalho, a oferta local de serviços e equipamentos, o perfil urbano condizente com o estilo de vida de quem vai morar. Há bairros na cidade que não são os mais valorizados, no entanto, atendem plenamente a tais condicionantes, a depender das expectativas de quem compra.
O bairro, daqui a duas décadas – O espaço de tempo entre a compra da primeira moradia e a migração para outro imóvel é projetado com base no comportamento histórico do brasileiro. Embora contrate crédito para amortizar em 25, 30 anos, a maioria dos compradores quita seus imóveis em 216 meses, ou 18,5 anos, em média, e só então parte para nova compra.
Entre os que não antecipam a quitação, raros são os que negociam o imóvel antes de saldar totalmente o seu financiamento. Até ocorrer, um longo tempo terá escoado e, no futuro, o bairro da vez do passado poderá ter diminuída a sua repercussão.
No período, o bairro poderá passar por transformações, e nada garante que serão para melhor. Podem contribuir para a desvalorização até mesmo os novos equipamentos urbanos úteis, a exemplo de um indispensável viaduto para desafogar o trânsito.
Contudo, um bem de família é assunto sério, e deve, sim, ser adquirido pensando também na valorização, o que começa com uma boa compra e continua com a manutenção adequada. Este tipo de valorização é objetivo.
A valorização do imóvel – O memorial descritivo do imóvel pretendido é o cofre para considerável volume das moedas que lhe conferem valorização de bem de família, inclusive ao longo do tempo, independente do bairro onde está localizado. No memorial estão listados os materiais utilizados para a construção, os quais determinarão o bom desempenho e o tempo de vida útil de componentes como tubos, conexões, pisos, esquadrias, entre muitos outros.
Ao listá-los no memorial, a construtora deve incluir as marcas dos produtos, incluindo os utilizados para acabamento – como pisos, por exemplo; e mencionar as conformidades dos mesmos com a normatização da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABN).
O memorial descritivo deve ser esmiuçado pelo comprador, antes da compra do imóvel. Quanto melhor a qualidade dos produtos utilizados na construção, menor será a eventualidade de problemas com encanamentos, sistema elétrico, pisos e janelas, por exemplo; menor será o custo com a manutenção; e maior será a durabilidade e a robustez do bem familiar conquistado.
Cuidados para a boa compra do imóvel – Durante a obra, é de bom tamanho fazer visitas à construção para observar e fotografar os materiais em uso, com as marcas do fabricante visíveis. É recomendável abrir torneiras e chuveiros para constatar o fluxo e o escoamento da água e outras funções, como a correta abertura de portas e janelas. Desníveis, falhas na pintura e qualquer outro tipo de acabamento devem ser fotografados.
As chaves do imóvel não devem ser aceitas antes que o comprador faça a completa vistoria. Na impossibilidade de vistoriar de imediato, deve ser formalizado que a posse do imóvel é provisória, e que só será efetivada após as constatações de bom funcionamento dos sistemas e o perfeito acabamento do imóvel.
Por ora, a lei determina que a responsabilidade da construtora sobre o imóvel tem a duração de cinco anos. Porém, não se trata somente desta garantia. Trata-se de usufruir todos os direitos da compra, e ocupar o imóvel adquirido em perfeitas condições, que façam da moradia um prazer, e não uma dor de cabeça.
Tomar precauções no decorrer da obra e vistoriar o imóvel antes do aceite definitivo das chaves é um procedimento que pode evitar o ingresso na lista dos 240 mil mutuários que atualmente, em todo o Brasil, caminham com processos na Justiça, por conta de insatisfação com seus imóveis comprados na planta.
Fonte: R7

Investimento em imóveis comerciais cresce no país


O volume de investimentos em imóveis comerciais de alto padrão no Brasil atingiu R$ 4,6 bilhões neste ano até o terceiro trimestre, segundo a Jones Lang LaSalle.
O valor já é 77% superior ao total investido no ano passado inteiro, segundo André Rosa, diretor da consultoria no Brasil. Neste ano, o valor dos aluguéis dos escritórios em São Paulo deve apresentar alta entre 5% e 10%, segundo a consultoria.
A valorização dos preços dos imóveis será maior, entre 10% e 20%, o mesmo percentual de cidades como Nova York, Paris e Londres. “O mercado brasileiro de escritórios de alto padrão ainda é pequeno na comparação com o de outros países. Cresce, porém, o interesse dos investidores.”
Imóveis comerciais
Conheça as salas comerciais do Royal Office Jardins.
No mundo, o volume de investimento direto em imóveis comerciais deve crescer de 25% a 35% em 2011, segundo a consultoria. Os investimentos globais devem atingir US$ 370 bilhões, acima da projeção para este ano, de cerca de US$ 280 bilhões.
Fonte: Folha de São Paulo

Dez dicas para reformar pequenos espaços


Em nosso post do Beabá de hoje contamos com a colaboração do arquiteto Glaucio Gonçalves, com preciosas informações sobre reformas em espaços pequenos. Se estiver você tem um apartamento, casa, cômodo pequeno e estiver na ânsia de mudar, vamos lá! Leitura destas dicas e mãos à obra.
Com os apartamentos cada vez menores, fica difícil conseguir espaço e, principalmente, deixá-lo bonito, amplo e aconchegante. Tudo que ninguém quer é aquela impressão de que móveis e objetos estão empilhados, mais parecendo uma enorme bagunça. Na hora de iniciar a reforma, vários aspectos devem ser analisados antes de sair mexendo em tudo. O arquiteto e designer Glaucio Gonçalves, fundador do EB-A – Espaço Brasileiro de Arquitetura –, dá algumas dicas.
  1. Leve em consideração todos os hábitos, hobbies e necessidades de quem mora no espaço;
  2. Não se esqueça do estilo – pense naquilo que mais tem a ver com a sua personalidade;
  3. Faça um levantamento do mobiliário existente. Tente reaproveitá-lo, dando novo uso ou aparência a eles;
  4. Faça uma estimativa dos gastos para adequar o projeto às necessidades;
  5. Caso a reforma seja realizada em todo o apartamento, faça um planejamento para que seja executada em etapas;
  6. Decore deixando os espaços funcionais e práticos para que no dia a dia fique o mais organizado possível;
  7. Integre a cozinha à sala e à área de serviço, se for o caso. Assim, consegue-se uma maior amplitude e iluminação;
  8. Crie ambientes aconchegantes através de uma iluminação adequada;
  9. Separe os ambientes de forma sutil, seja através de cortinas em voal, com o auxílio do mobiliário ou apenas por diferentes tipos de piso;
  10. Utilize materiais e revestimentos de fácil aplicação, como papel de parede, laminados e cortinas. Além de serem práticos, permitem uma mudança rápida e de impacto.
Espaço Brasileiro de Arquitetura, possui formação técnica pelo Liceu de Arte e Ofícios de São Paulo, tem especialização em Planejamento de Empreendimentos Sustentáveis – ANAB Brasil e é professor de design interiores. Atualmente está cursando pós-graduação em Administração de Empresas para Engenheiros e Arquitetos na FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado. Com experiência de seis anos como consultor imobiliário, o arquiteto atuou em empresas como Abyara Planejamento Imobiliário, além de construtoras como Sthulberger Engenharia, entre outras. Desenvolveu projetos para empresas como Esso Angola, LNG de Angola, entre outras.
Sobre o EB-A – O Espaço Brasileiro de Arquitetura mostra uma arquitetura diferenciada, inovadora e baseada em alguns aspectos da sustentabilidade. Sua equipe é formada por profissionais altamente capacitados para o desenvolvimento de projetos voltados aos mais diferentes segmentos: residenciais e comerciais. O EB-A atua em todo o território nacional, na África, onde desenvolve projetos para clientes do ramo petrolífero e é parceiro da Ordem dos Arquitetos de Angola. Criatividade, inovação e ousadia a cada projeto. Essa é a missão do EB-A.

Grandes ou micros, pastilhas embelezam fachadas

Para quem vai construir ou reformar a casa, escritório ou a loja, a consultora de tendência da Portinari, Ruth Fingerhut, sugere fachadas revestidas com pastilhas porcelânicas, e conta que está em alta misturar diferentes materiais. “Dá super certo e o projeto fica com um movimento contemporâneo”, sugere.

Ruth diz que a fachada merece cuidado especial, por ser o cartão de visitas de uma residência e também porque é um local sempre exposto às variações climáticas. Entre as soluções oferecidas pela Portinari, há edições para compor diferentes estilos e formatos de fachada, também para atender a tendência de microformatos.

Por serem porcellanatos, explica a Portinari, “as pastilhas apresentam vantagens em relação a outros produtos, tais como: absorção de água e expansão por umidade próxima de zero; não dilatam e não desprendem; resistência ao manchamento; facilidade de limpeza e manutenção, resistência química e ao congelamento”.

A cartela de cores da indústria apresenta desde tons naturais aos bem vivos. Devido aos sistemas de tela e belpoint (peças unidas por pontos de cola, proporcionando reduzir o tempo de assentamento e regularidade nas juntas, explica a Portinari) , “é possível ter fachadas de formas sinuosas, com assentamento preciso”.

Para quem prefere grandes formatos, a Portinari fabrica porcellanatos que podem ser aplicados pelo método de colagem ou fachadas ventiladas, obedecendo a projetos específicos.

Porcellanatos como o Sisal HD, Atenas HD, Coco Natural HD e Buriti HD também são indicados para compor os projetos, assim como os que reproduzem madeira, que ficam perfeitos na fachada de lojas, casas ou prédios. No site da Portinari, detalhes sobre o uso de pastilhas em fachadas e outras aplicaçõe

Estrangeiros voltam aos imóveis no Brasil



Estrangeiros voltam aos imóveis no Brasil

0
São Paulo – A venda de imóveis a estrangeiros disparou este ano, eimobiliárias como a Coelho da Fonseca resolveram inovar para
  lidar especificamente com este grupo de compradores. A empresa criou uma diretoria para mediar essas negociações, e registrou alta de 35% do número de clientes estrangeiros – 50% dos quais são norte-americanos. “Em São Paulo os bairros mais procurados são Jardins, Itaim Bibi e Brooklin. Já no Rio de Janeiro, a procura é maior por imóveis em Ipanema e no Leblon”, disse Gabriela Duva, diretora de Negócios Internacionais da empresa. Para ela, em geral os clientes de outras nacionalidades procuram casas de R$ 1 milhão a R$ 3 milhões, “como forma de investimento ou casa para morar.”
Na Sotheby’s International Realty, braço imobiliário da casa de leilões inglesa, a projeção é quadruplicar as vendas neste ano, e chegar a R$ 400 milhões no País. Já Michael Bamberg, presidente da empresa que leva seu nome, afirma que, no Brasil, a taxa de retorno média de umimóvel é de 12% ao ano, o dobro da da Alemanha. Outro fator de atração é o preço. “Um apartamento médio em Londres, por exemplo, custa por metro quadrado cerca de US$ 15 mil, e isso ainda está a cima do valor médio em São Paulo e Rio de Janeiro, que já estão mais caros que a média nacional”, declarou.
Na companhia Itaplan Imóveis, o volume de vendas de imóveis para estrangeiros neste ano deve chegar a R$ 150 milhões, o que representará um crescimento de 32% em relação a 2010, estima Fábio Rossi Filho, diretor presidente da empresa.
Outro segmento que surfa na onda da venda aquecida de apartamentos e casas de luxo é o design de interiores, que movimentou R$ 60 bilhões ano passado. Com a procura elevada por decoração para as classes A e B, polos de consumo de luxo, como a Alameda Gabriel Monteiro da Silva, no bairro Jardim Paulistano, na capital, atraem investidores, tanto que a região acaba de receber a terceira unidade da Skitsch, marca de design italiano. Foi investido um milhão de euros para a instalação da loja em São Paulo, diz o distribuidor exclusivo da marca no Brasil, Pedro Franco. A bandeira Skitsch está presente também em Milão e Londres.